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quarta-feira, outubro 19, 2005

aos amigos, aos meus amigos 

Os versos de Herberto Helder servem uma vez mais para dizer tudo, nomeadamente sobre os amigos: "amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado; os amigos que entristecem e estão sentados, cobrindo os olhos com os dedos... Não os chamo e eles voltam-se profundamente dentro do fogo... Temos um talento doloroso e obscuro: Construímos um lugar de silêncio, de paixão."

Tenho recebido, nestes últimos dias, um corropio de amigos em carrossel, uma legião de gente que admiro e aprecio desde que os conheço. Amigos a quem é difícil aplicar definições, colar frases, de quem é difícil dizer coisas definitivas, porque definitiva parece ser apenas, neste largo intervalo de anos, 20, 30, nalguns casos, a amizade. O sentimento que é próprio a todos. A espontaneidade e a generosidade deste movimento, desta sacudidela que começa logo que os primeiros sinais de desconforto se instalam, ainda agora me comovem e surpreendem. A todos os meus amigos...

Comments:
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