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domingo, agosto 28, 2005

5410 gr. de papel para domingo 

No post anterior, que dediquei às minhas leituras de culto, aos cadernos, separatas e suplementos dos jornais que vou lendo dia a dia, semana a semana ou quando é o caso, previ para hoje [ou seja, para ontem, sábado], o que já era previsível. Que receberia mais jornais para ler, acumulando aos que deixara da semana anterior, em lista de espera. Só não previ a quantidade e a qualidade de boas leituras irrecusáveis, praticamente todas, que acabaram por chegar logo pela manhã.

Fui pesar cada um dos jornais que recebi, para ter uma ideia do peso em papel que vou ter de folhear minuciosamente, transportar para o café, dobrar pelos vincos das páginas, para evitar o efeito devastador e arreliador do vento, prescrutar de alto abaixo, da esquerda para a direita, sublinhar quando me pareça que merece o destaque, transcrever, num caso ou noutro, mais raramente recortar e guardar.


Com a balança dos bolos, guardada na cozinha [temo que seja a mais fiável da casa, o que não é dizer muito] improvisei uma delicada e minuciosa operação de pesagem de jornais. A escritora Adília Lopes pesava livros, depois de os ler e comentar na televisão [ver este meu post anterior], pesou a sua mulher a dias, num sinal de ternura inverosímel. Eu peso jornais, antes de me lançar à sua leitura: leio amanhã.

O Público de sábado, com a Revista X, o Local e o Suplemento Fugas [ainda sem o excelente MIL FOLHAS que está de Férias], pesou 320 gramas.

O Courrier internacional, que veio com a oferta do volume X do Atlas da História Mundial, dedicado à Cronologia, pesou 250 gramas.



O Expresso, com todos os seus cadernos e separatas e revistas, - caderno principal, ECONOMIA & INTERNACIONAL, EMPREGO, ACTUAL, Espaços & Casas, a revista ÚNICA, o Guia Expresso de Portugal [dedicado a Trás-os-Montes], um cartaz-folheto da temporada de Música da Fundação Calouste Gulbenkian para 2005-2006 e um CD ROM do Cartaz -, chegou às 760 gramas limpas.

Finalmente o EL PAÍS, que chegou por ter estado guardado na Livraria Barata em Lisboa, veio em quadriplicado, mas por duas vezes [encontrei depois mais quatro números esquecidos que incluo agora na contabilidade]: os 8 últimos jornais das edições de domingo [5 e 26 de Junho e, 3, 10 e 31 de Julho, 7, 14 e 21 de Agosto], com o caderno principal de 56 páginas, a revista EP [S], o suplemento Domingo, o caderno de Negócios e o Pequeño País, para crianças, mais o Pasatiempos, com jogos, estes últimos com apenas 4 páginas cada, pesou 4080 gramas, peso líquido.

Ao todo, levo para domingo e para muito tempo mais, dia da desejada crónica de Benard da Costa no Público [terá entrado de Férias?], 5410 gramas de jornais para ler.

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