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terça-feira, junho 14, 2005

Os 10 livros mais perniciosos, dizem eles 



Através do Da Escola, a partir do qual cheguei ao Acontecencias, que me levou ao Prozacland, nomeadamente a este post, que me abriu O Insurgente, descobri este artigo da Human Events on line, uma revista conservadora norte americana, que solicitou a 15 personalidades dessa área política, uma lista dos 10 livros mais perniciosos do século XIX e XX.

A lista que resultou da elevada capacidade de cerebração dos 15 sábios da revista americana foi a seguinte:

1. The Communist Manifesto
Authors: Karl Marx and Freidrich Engels
Publication date: 1848

2. Mein Kampf
Author: Adolf Hitler
Publication date: 1925-26

3. Quotations from Chairman Mao
Author: Mao Zedong
Publication date: 1966

4. The Kinsey Report
Author: Alfred Kinsey
Publication date: 1948

5. Democracy and Education
Author: John Dewey
Publication date: 1916

6. Das Kapital
Author: Karl Marx
Publication date: 1867-1894

7. The Feminine Mystique
Author: Betty Friedan
Publication date: 1963

8. The Course of Positive Philosophy
Author: Auguste Comte
Publication date: 1830-1842

9. Beyond Good and Evil
Author: Freidrich Nietzsche
Publication date: 1886

10. General Theory of Employment, Interest and Money
Author: John Maynard Keynes
Publication date: 1936

O painel também indica algumas menções honrosas, para livros que alcançaram um número mínimo de nomeações. Contam-se entre eles, por exemplo, What Is To Be Done , de V.I. Lenin, Authoritarian Personality de Theodor Adorno, o clássico On Liberty, de John Stuart Mill, Origin of the Species de Charles Darwin, Madness and Civilization de Michel Foucault, Second Sex de Simone de Beauvoir, Prison Notebooks de Antonio Gramsci, Introduction to Psychoanalysis de Sigmund Freud, Descent of Man de Charles Darwin.

Lido por outro ângulo, premeditadamente menos conservador, temos aqui excelentes sugestões de leitura para os meses de canícula e vento fresco que aí vêm. Praticamente todas as obras de ambas as listas são clássicos no seu género. A história do século XIX e XX, passam, em grande medida, pelas suas páginas. Queiramos ou não...

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